Poesias


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Poesias escritas ao 

lonogo do tempo 

A mentira que fez a verdade

 

Os ventos em murmúrio contínuo. 

Agora vem secar as lágrimas

que se reconstituem a cada olhar.

Enquanto os olhos contemplam o que imaginara.

A fantasia muito acreditada agora se fez  verdade.

Serena e calma tal como acreditei.

Melodias angelicais cantava aos ares

E por entre gigantescas árvores enigmáticas.

Adentrava um doce mistério.

Por fim o suave aroma de flores.

Tudo, tudo enquanto eu percorria

o serpentear de uma estrada deserta.

Sim, caminhava em verdade

para contemplar um sonho.

Tanto que hoje acredito  num sonho.

e todo o fruto desta minha realidade.

eu colho das árvores plantadas

enquanto imaginava.

.......

Música e poesia de José Carlos Arantes

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Caminhos ignorados 2

Posted by arantes on Friday, January 30, 2009, In : Mistério 

A melancolia das noites que passam

constrói no tempo a razão do meu ser.

Ser que padece sobre a realidade acontecida.

Até mesmo o murmúrio dos ventos parem dizer.

A folha que cai serena parece mostrar.

Cabisbaixo vou seguindo os meu momentos.

A cada fato acontecido, um novo compreender.

Hoje a noite chorou para que o vento calasse,

e os sonhos foram profundos na imensidão.

Adentrei a penumbra mas vi a luz.

O mundo iluminado pela sabedoria

que outrora fora esquecida.

Vi em son...


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Caminhos Ignorados

Posted by arantes on Friday, January 30, 2009, In : Mistério 

Mais uma vez a razão me cobra.

Nesse instante o mundo padece,

numa verdade que me arranca as lágrimas,

para pagar a dádiva acontecida.

Proclamarei em palavras de súplicas,

para entender os sorrisos alheios,

ainda que jamais compreendido,

ou que sempre ignorados.

Cumprirei mesmo que me doa,

as regras da razão sem fim.

Venham!

Venham sonhar comigo em noites calmas.

Para amenizar as dores na realidade,

e suportar  os obstáculos de amanhã.

Olhem!

Sofredores despercebidos ago...


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La eu voltarei

Posted by arantes on Friday, January 30, 2009, In : Mistério 

Era sim um vale de luz.

Como se não houvesse tristeza,

lá o bem acontecia.

O vento acariciava o penhasco,

para compor a música contínua

a ecoar às entranhas do tempo.

A límpida cascata beijava as pedras

e lançava névoas por entre os ares,

regando escaladas de violetas.

Ah, se soubesse dizer!

Mas, como?

Se não cabe  nas palavras

Como dizer o que só pode ser sentido?

A maior satisfação do homem aqui vivido,

Lá ainda é tormento acontecido.

A magia de histórias conta...


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Que seja assim

Posted by arantes on Friday, January 30, 2009, In : Mistério 

Confesso ter pensado assim.

O infinito assim me sugeriu em noites calmas.

O vento murmurava em sua plenitude.

E eu pensava entender.

Os encantos me conduziram numa ilusão,

Que durou até este momento de verdade.

Contemplei com olhos cegos,

para que a verdade fosse sentida.

Mas venho agora conduzido nessa verdade,

dizer mesmo em voz chorosa.

Se isso que me mostras em paraíso,

for então o meu suplício.

Estou pronto.

Como posso entender a luz,

Sem observar as trevas.

........
P...


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A tristeza me bate a porta

Posted by arantes on Friday, January 30, 2009, In : Mistério 

Ah, não poder dizer!

Seria palavras em vão.

Mas construirei esta incógnita

que dirá ainda que na distância do tempo,

aos que construírem o mérito desse saber.

Antes que o tempo acabe direi.

Por que se me faltar a vida,

as palavras vagarão o tempo,

E alguém irá explicar.

Hoje lançam palavras ao ares

sem ao menos compreenderem a história,

e anseiam a razão que não virá.

Tal como palavras que falam do homem,

que um dia falou e ninguém compreendeu,

e hoje se julgam m...


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A mentira que fez a verdade

Posted by arantes on Friday, January 30, 2009, In : Mistério 

Os ventos em murmúrio contínuo. 

Agora vem secar as lágrimas

que se reconstituem a cada olhar.

Enquanto os olhos contemplam o que imaginara.

A fantasia muito acreditada agora se fez  verdade.

Serena e calma tal como acreditei.

Melodias angelicais cantava aos ares

E por entre gigantescas árvores enigmáticas.

Adentrava um doce mistério.

Por fim o suave aroma de flores.

Tudo, tudo enquanto eu percorria

o serpentear de uma estrada deserta.

Sim, caminhava em verdade

para contemp...


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